
Aos murmúrios e aos prantos...
Aos choros, mais choros e tantos...
Às tardes de suaves chuvas...
Pelos velhos lugares, nas ruas.
E assim se pinta o rosto...
Com as cores das lágrimas
Que face abaixo escorrem,
Ao pretérito e as lástimas
Às flores que morrem
No jardim da esperança
Dos tempos futuros
Dos tempos de criança
Às lágrimas do poeta
Que molham ao leve
O apenas antes papel
Inundando o lago
De pensamentos herméticos
De restos de felicidade
Que ainda sobra no peito
E assim como antes nasceu
morrerá no começo, ao leito.
(acentuação corrigida em 17/04/2009)



4 comentários:
Excelente. Esse ficou bão demais da conta.
Incrível!
Bom: muito bom mesmo!
E não é que, por acaso,
vim parar em um blog
de um mineiro? : )
Sou de Juiz de Fora
e convido você a visitar
minha confeitaria poética.
Beijo,
doce de lira
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