Vultos luminosos escorriam no céu,
Em meio as estrelas, sobrepondo a lua.
Gritos, explosões, era tudo uma sinfonia
Transbordava (tristeza), euforia...
O coração entrou no ritmo dos pensamentos
Enquanto tentavam me acalmar, suaves ventos.
E os castelo de sonhos que me vi construir,
Parecia desabar inteiramente dentro de mim.
E no momento reconstruía-se outro...
Luzes rasgavam a noite, teciam esperanças.
Não havia mais razão, estrelas lacrimejavam.
Os pés não tocavam o chão, pensamentos voavam.
De repente, tudo pareceu retornar ao normal,
Tudo voltou a ser ínfimo, insípido, banal.
No dia trinta e um de Dezembro...
Construí castelos,
que hoje já não me lembro mais.
Em meio as estrelas, sobrepondo a lua.
Gritos, explosões, era tudo uma sinfonia
Transbordava (tristeza), euforia...
O coração entrou no ritmo dos pensamentos
Enquanto tentavam me acalmar, suaves ventos.
E os castelo de sonhos que me vi construir,
Parecia desabar inteiramente dentro de mim.
E no momento reconstruía-se outro...
Luzes rasgavam a noite, teciam esperanças.
Não havia mais razão, estrelas lacrimejavam.
Os pés não tocavam o chão, pensamentos voavam.
De repente, tudo pareceu retornar ao normal,
Tudo voltou a ser ínfimo, insípido, banal.
No dia trinta e um de Dezembro...
Construí castelos,
que hoje já não me lembro mais.



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